Entenda o papel da hiperconvergência na transformação digital

Vitor Precioso

03 abril 2019 - 13:00 | Atualizado em 13 agosto 2026 - 16:31

Dados sobrepostos ao mapa do mundo

Hiperconvergência é mais uma tecnologia ‘hype’ que tem dominado as conversas nos círculos de TI (Tecnologia da Informação). Se você até hoje só ouviu falar e tem curiosidade em saber mais sobre como esta infraestrutura pode ajudar na transformação digital da sua empresa, continue a leitura.

A hiperconvergência na transformação digital

Muitas vezes, a transformação digital exige mudanças profundas que só trazem mais processos e complicam a vida de quem lida com TI. Mas a relação da hiperconvergência com a inovação disruptiva é diferente: ela veio para simplificar.

Como? A hiperconvergência é uma estrutura de TI que combina armazenamento, processamento e virtualização em um único sistema. Uma arquitetura deste tipo permite que as tecnologias integradas sejam gerenciadas de uma única vez por meio de um conjunto de ferramentas simples e em comum.

Ela vem ao encontro à necessidade de mudanças nos investimentos em armazenamento de arquiteturas on-premise legadas para sistemas definidos por software. A maioria dos sistemas hiperconvergentes requer um mínimo de três nós de hardware para alta disponibilidade e pode ser expandida através da adição de nós à unidade-base. Um agrupamento de nós é conhecido como cluster.

Digamos que os planos da sua empresa sejam migrar toda uma infraestrutura de TI para a nuvem: uma alternativa popular hoje. Ao adotar uma abordagem hiperconvergente, você simplesmente adicionaria ou removeria nós para aumentar ou diminuir os recursos.

Para o Gartner, seu potencial é tão gigantesco que ganhou até um quadrante mágico próprio. Uma pesquisa dessa consultoria apontou que o mercado de sistemas integrados hiperconvergentes (HCIS) chegará a quase US $ 5 bilhões – ou 24% do mercado global de sistemas integrados – até 2019, à medida que a tecnologia se aproximar do uso mais comum.

Dados do levantamento indicaram que cerca de 20% das aplicações críticas para os negócios  implantados em infraestrutura de TI farão a transição para uma infraestrutura hiperconvergente até 2020. É a hiperconvergência realmente está conquistando cada vez mais empresas.

Ela começou em casos de uso menores, como a infraestrutura de desktop virtual. Mas, com o passar do tempo, elas passaram de soluções muito especializadas para utilizações mais generalistas. Tais como plataformas ​​para bancos de dados, aplicações comerciais e serviços de arquivamento ou impressão, entre outros.

Pequenas e médias empresas têm impulsionado a maior parte da adoção de sistemas hiperconvergidos, mas este cenário está mudando à medida que a tecnologia amadurece. Um desenvolvimento que está chamando a atenção das grandes empresas é o dimensionamento de maneira independente da capacidade de computação e armazenamento.

Ou seja: se antes não era possível ajustar a quantidade de desempenho necessário pois a infraestrutura era comprada de uma vez só (o que não é um problema para PMEs), em ambientes maiores é muito atraente poder dimensionar de maneira independente a capacidade de computação e armazenamento.

Por que adotar a hiperconvergência?

Ter uma solução simplificada é o sonho de qualquer gestor de TI, não é mesmo? A hiperconvergência está conquistando empresas pelo seu potencial de facilitar o gerenciamento e otimizar a implantação de novas cargas de trabalho.

A facilidade de expansão é outro dos principais impulsionadores da adoção. Quando uma empresa cresce e é hora de expandir, basta comprar um novo servidor com armazenamento adicional. Daí só precisa conectá-lo ao restante da infraestrutura hiperconvergente e o software lida com todo o balanceamento de carga.

A hiperconvergência é uma boa opção para empresas que querem adotar  tecnologias de virtualização, mas ainda têm dificuldades com a complexidade e o custo da proteção e armazenamento de dados.

É também uma tecnologia atraente para organizações que preferem concentrar os recursos de tempo, dinheiro e colaboradores em operações que tragam retorno para o negócio em vez  de manter a infraestrutura.

Veja abaixo outros benefícios:

  • Processamento de dados com um mecanismo de política única;
  • Criação de um ambiente pronto para virtualização com escalabilidade eficiente;
  • Mudança no paradigma de gerenciamento, de uma abordagem de hardware para uma focada em aplicativos que possuem gerenciamento centralizado, políticas e mobilidade baseadas no virtual;
  • Redução de custos resultante da simplificação da aquisição, implantação, gerenciamento e suporte;
  • Diminuição da complexidade, problemas de interoperabilidade e despesas operacionais;
  • Economias para o negócio, já que usa um modelo de estrutura mais econômico, semelhante aos dos provedores de nuvem pública.

Sistemas integrados como este são o futuro e uma alternativa mais interessante que as complexas infraestruturas que são tão comuns hoje. Quer conhecer mais sobre as inovações mais disruptivas que movem a tecnologia para o mercado financeiro? Continue lendo o Blog da Cedro Technologies.

Recomendados para você

Pessoa lendo canal de notícias em tablet
O On-demand chegou também para os seguros ...
Homem numa sala de escritório utilizando o computador
Como integrar os canais omnichannel ao mercado financeiro? ...
Pessoa clicando em um holograma ilustrando computação em nuvem
Transformação digital: o caminho para sua empresa ...
Cedro Technologies
Aviso de Cookies

A Cedro Technologies utiliza cookies para melhorar a sua experiência de navegação, personalizar conteúdos e desenvolver iniciativas de marketing. Para informações sobre os tipos de cookies e para configurá-los de acordo com a sua preferência, clique em “Definições de cookies”, onde poderão ser habilitados e desabilitados conforme sua preferência. Para aceitá-los, clique em "Aceitar todos os cookies". Querendo saber mais, acesse nossa Política de Privacidade.